Mas quando a porta é aberta e eu dou de cara com ela e toda minha armadura é derrubada.
Minha irmã, minha menina, minha caçula... Seu olhar denuncia tudo, arrependimento, vergonha, tristeza, minha irmã estava acabada.
Olho rapidamente para dentro do quarto e vejo o canalha deitado na cama, dormindo de boa como se não tivesse compromisso comigo.
Puxo Júlia pra fora do quarto e fecho a porta do quarto, eu não queria que ele acordasse.
— Então o inevitável aconteceu?
Pergunto a encarando.