ANA
— Ana. — Rafael sussurrou meu nome, fazendo soar tão doce, com tanto significado.
Quando não respondi, ele me puxou para olhar meu rosto.
— Alguém fez alguma coisa com você? — Ele sussurrou, furioso.
— Sim. — Meus olhos se abriram de repente, depois se estreitaram. — Você ainda está perguntando. Não sabe? Eles quase me mataram por sua causa.
Eu me afastei das suas mãos e me levantei. — Acabei de perceber o que significa estar sob o mesmo teto que vampiros perturbados como você.
Const