— Você... você é uma mulher ingrata! — Samuel tremia de raiva. Ele apontou o dedo para mim, mas parecia incapaz de formar uma frase coerente. — Certo, quer o divórcio? Pois terá! Mas lembre-se: sem mim, você não é nada! Quero só ver como vai sobreviver lá fora!
Leo, que estava segurando o bebê, também tinha o rosto sombrio. Ele olhou para minha irmã e, com a voz baixa e ameaçadora, perguntou:
— Bela, é isso mesmo que você quer?
Minha irmã ergueu o olhar, os olhos cheios de determinação:
— Sim. E