RUBY PORTMAN
Estava no meu quarto, cercada por roupas espalhadas pela cama e pelo chão, tentando decidir o que deveria guardar e o que deveria levar de volta para Nova Iorque. A mala aberta no canto ainda precisava ser organizada, e o meu armário parecia mais caótico do que nunca. Enquanto dobrava um suéter de lã, a voz de Sophia soava alta pelo alto-falante do meu celular, que estava equilibrado precariamente na penteadeira.
— Você é uma péssima amiga — comecei, brincando. — Eu estava desesper