47. LIARA
Como é ruim sentir a frieza do Eduardo, homem esse que dizia me amar e que confiava plenamente em mim, e o seu silêncio me mata e confirma que tenho que seguir sozinha nessa estrada.
Deixei o anel de noivado que significava o nosso compromisso de amor sobre uma mesa que ali estava no jardim e ao dar as costas para Eduardo que permaneceu calado como se eu fosse ninguém, comecei a caminhar e a minha vista começa a escurecer, sinto uma tontura e desfaleci.
Ao abrir os olhos vejo Eduardo preocupad