Eu deveria voltar. Eu sussurrei para mim mesmo. Cada passo pelo corredor até a porta do banheiro era um teste para minha força de vontade. Grave ainda estava na mesa, e Simon em algum canto do restaurante. Eu deveria dar meia-volta e esquecer essa merda. Mas, quando abri a porta, toda essa lógica desmoronou. Elise estava ali, na frente do espelho. Seus olhos estavam fechados, as duas mãos apoiadas no balcão da pia, como se estivesse se segurando no próprio controle. Ela era de tirar o fôlego.