Capítulo 169. Última conversa
"Isabella"
Não sei se foi a dor ou o som irritante de uma batida ritimada que me despertou.
A cabeça latejava violentamente. Algo úmido e pegajoso escorria pelo meu rosto, a consciência voltava lentamente tentando vencer a névoa mental. O barulho irritante cada vez mais alto aumentando a dor. Estava sentada em uma cadeira e, quando tentei levantar a cabeça, a dor me atravessou de forma tão brutal que arrancou de mim um quase grito, contido pela garganta seca, incapaz de emitir som.
Tudo doia,