No quarto. Só ela. Só a mente dela. Só a força dela voltando a respirar.
Valentina entrou no quarto como quem chega de uma guerra silenciosa.
Fechou a porta devagar — clique.
Trancou — clack.
E o mundo finalmente ficou do lado de fora.
O quarto estava arrumado demais, silencioso demais, perfeito demais para alguém que tinha o coração remendado com fio elétrico. Mas, naquela noite… ela não queria cama, nem descanso, nem paz.
Ela queria controle.
Tirou o notebook da bolsa com a reverência de quem