A noite já havia caído quando o carro preto atravessou os portões da mansão Montenegro.
As luzes externas estavam acesas com precisão calculada, iluminando o jardim impecável, as árvores alinhadas, a fonte silenciosa no centro do caminho.
E quando o carro parou, Rafael saiu primeiro.
A porta traseira foi aberta com cuidado absoluto.
Valentina ainda estava mais pálida do que de costume, os movimentos mais lentos, o corpo levemente frágil depois do episódio no hospital.
Ele estendeu a mão.
Ela