Ao dizer essas palavras, Poliana ainda demonstrava um pesar evidente, uma tristeza que transbordava de sua voz.
Afinal, ninguém desejava ver uma amizade profunda se transformar em um simples desconhecimento.
Mas também havia uma dor aguda e corrosiva em seu peito.
Se não fosse pelo acidente de quatro anos atrás, ela e Gustavo teriam se casado como planejado e testemunhado juntos o nascimento de seu filho.
Se tivesse encontrado a felicidade, talvez a depressão que foi diagnosticada naquela