Embora o som de sua respiração fosse baixo, o silêncio da enfermaria era absoluto, e Marcelo a ouviu.
Mal se deitou, ele se sentou novamente:
— Poli, você não está se sentindo bem?
— Não. — Poliana se virou, e olhou novamente para aquele homem que sabia tanto. — Tio, eu estava pensando sobre o caso daquela internauta, e me coloquei no lugar dela... Será que realmente existe alguém que trairia um amigo de mais de vinte anos?
Marcelo manteve a expressão serena.
— Não só existe, mas é alg