Instintivamente, Poliana contraiu os quadris, sentindo o rosto esquentar.
— Seu bruto! Me solte! — Ela exclamou com raiva.
Gustavo a encarava com uma frieza assustadora.
— Eu e a Fernanda...
Ele tentou explicar novamente, mas Poliana fechou os olhos e começou a repetir sem parar:
— Não quero ouvir, não quero ouvir, não quero ouvir!
O peito de Gustavo subia e descia visivelmente com a irritação, mas, de alguma forma, ele estava se esforçando para manter a paciência. Seu pomo-de-adão se