Capitulo 111 – Xeque-mate.

A voz dela soava distante, quase como se estivesse vindo de algum lugar muito longe. Afonso lutava contra a vertigem, tentando manter os olhos abertos, tentando focar no rosto de Cloé à sua frente. Mas ela estava se tornando uma figura distorcida, como se ele estivesse afundando em um pesadelo do qual não conseguiria acordar.

Afonso (com dificuldade, sua voz falhando): — Você... você me... dopou...

Cloé riu mais uma vez, mas dessa vez era uma risada cheia de prazer sádico. Ela sabia que ele est
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