Samuel estendeu a mão e deu leves tapinhas na bochecha de Luana. O calor que emanava da pele dela fez com que seus dedos ficassem quentes. Por um momento, ele sentiu um choque percorrer seu corpo, mas ainda assim acariciou o rosto de Luana com carinho. Ele sabia que precisava acordá-la, ou ela acabaria dormindo ali, no sofá, sem nada para se cobrir, e pegaria um resfriado.
Enquanto pensava nisso, Samuel tirou seu paletó e cuidadosamente o colocou sobre Luana.
- Luana, acorde. Não beba mais. - D