Kayra não conseguia dormir e, por isso, desligou o telefone, desceu e se dirigiu diretamente ao estúdio de Rafael.
A noite estava densa, o ateliê se situava na periferia, e a estrada se tornava cada vez mais desolada à medida que ela ligava os faróis altos.
Após algum tempo, Kayra lançou um olhar casual ao retrovisor e, imediatamente, seu olhar se apertou. Ela percebeu aguçadamente que o carro que a seguia parecia ser sempre o mesmo.
"Como pode ser uma coincidência seguir na mesma estrada após u