Ela não podia acreditar que a figura em seus olhos era real.
Shirley levantou a mão lentamente para abrir a porta. O vulto nos seus olhos tornou-se mais nítido, pelo que teve a certeza de que não estava a ver coisas.
Naquele instante, a neve nos seus ombros começou a ficar mais quente.
Shirley fechou a porta com cuidado e, quando estava prestes a dizer alguma coisa, o homem parado em frente às janelas francesas virou-se de repente.
Estava a anoitecer e a nevar, por isso a sala estava pouco i