O Caos Emocional
A manhã seguinte amanheceu com um silêncio estranho, quase pesado.
Nenhum dos galos cantou no horário de sempre, nenhum dos cachorros latiu correndo atrás das galinhas, nenhum funcionário passou em frente à casinha simples para dar “bom-dia”.
Era como se a fazenda inteira soubesse que algo tinha acontecido e estivesse segurando o ar junto comigo.
Laura acordou primeiro, como sempre.
— Tetiiiii? Ela chamou, arrastando o cobertor pelo chão e piscando os olhos inchados de sono