Islanne Lima
Acordei e estranhei ter uma mão na minha cintura, quase na minha bunda e um corpo quente e masculino encostado no meu.
Contei até dez, depois foi para o vinte e não tive coragem de me virar ou levantar.
Tentei olhar de soslaio e me assustei com a voz do Louis logo cedo no meu ouvido.
— Bom dia... — passou a sua mão no meu quadril e desceu mais para a bunda, me apertando e senti o meu corpo como se descesse numa montanha-russa de novo.
— Eu