Pela primeira vez em dias, Alina riu.
Não muito.
Mas riu.
As semanas seguintes passaram de forma estranha.
A dor não sumiu. Mudou de lugar.
Às vezes, acordava e esquecia por três segundos. Depois lembrava de Damon dizendo que ela fora um erro.
Às vezes, via um homem de terno escuro pela rua e o coração disparava.
Às vezes, sentia raiva de Helena com tanta força que queria ligar e gritar. Depois ouvia a gravação e lembrava da voz da mãe dizendo que não sabia se conseguiria sair de casa.
Às vezes