O som dos motores não aumentava.
Mas também não diminuía.
Era constante.
Controlado.
Como tudo que vinha dele.
Verônica ainda estava ajoelhada na frente de Daniel, segurando o rosto dele, tentando manter ele ali.
Presente.
Humano.
— Fica comigo… — ela disse baixo.
— Não solta isso.
Daniel respirava com dificuldade.
O peito subindo e descendo rápido demais.
— Eu tô… — ele tentou falar — eu tô aqui…
Mas a voz ainda carregava algo estranho.
Como se estivesse sendo puxada em duas direções.
Leon olh