Olhei meu reflexo no espelho, por sorte não estava descabelada.
Sebastian continuou na mesma posição, com o cotovelo apoiado na cadeira, incrédulo. Senti vontade de ir até lá e me desfazer em seus braços, mas aquele mesmo rostinho de decepção me fez chorar por meses.
— Vamos?
— Uau. — Exclamou.
Ele arqueia as sobrancelhas ligeiramente.
Caminho em direção a porta, as sobrancelhas dele se juntam.
— Vamos? — Repito.
— Não vai colocar uma calcinha? — Perguntou quase retoricamente.
— Marcaria no ves