Rael entrou ao lado dela no pavilhão principal do orfanato, ainda segurando sua mão com delicadeza. Lana sentiu um calor estranho e desconhecido se espalhar pelo peito. Não era apenas carinho puro ou o conforto do toque físico; era esperança. Uma esperança que ela havia guardado no fundo da alma por longos anos, sufocada pela rotina fria, escondida sob camadas de desilusão, como se tivesse um medo terrível de se decepcionar outra vez caso se permitisse sorrir.
As crianças que estavam espalhadas