(POV: Sophie)
Desliguei o telefone, mas a voz de Alexandre continuou ecoando na minha cabeça. A dureza do tom, a exigência, a possessividade... E, por baixo de tudo, havia algo mais. Uma urgência. Quase desespero.
Isso me abalou mais do que eu queria admitir. Ele tinha cedido. E a promessa que me fez arrancar — se qualquer coisa acontecer... você me liga — soou menos como uma ordem e mais como um pedido.
— Que estranho — sussurrei para mim mesma.
— Filha? — A voz da minha mãe soou da porta, me