(POV: Sophie)
Levantei-me da cadeira em um movimento brusco, o som da madeira arrastando no chão ecoando na sala silenciosa. As palavras dele pairavam no ar, absurdas, venenosas. Olhei para ele, que parecia se divertir com a minha confusão. Aquele sorriso de puro deboche estava em seu rosto, e seus olhos cinza-ferro me analisavam com uma intensidade que me deixou desconfortável.
— O que me diz, Sophie? — repetiu ele, saboreando meu silêncio. — Vai aceitar o acordo?
— Você é louco — as palavra