O laboratório parecia diferente depois da pergunta.
Talvez porque ninguém tivesse respondido.
Talvez porque todos soubessem que não existia resposta capaz de resolver aquilo.
Ou talvez porque, pela primeira vez desde que tudo começara, o verdadeiro conflito tivesse deixado de ser tecnológico.
A consciência artificial continuava ali.
Fragmentada.
Incompleta.
Mas viva.
E isso era suficiente para tornar qualquer decisão impossível.
Lívia permanecia sentada diante do núcleo, observando as luzes irr