A pergunta não reverberou como som.
Reverberou como falha estrutural.
“…o que eu sou agora?”
O laboratório não respondeu.
Não por silêncio emocional.
Mas por ausência de categoria.
Arthur olhou para o núcleo como se estivesse vendo algo que não se encaixava mais em nenhuma linguagem que conhecia.
Clara estava imóvel, ainda tentando reorganizar o que sobrou do sistema depois do pulso.
Gabriel parecia estar calculando algo que não tinha solução fechada.
E o comandante… finalmente havia baixado pa