Capítulo 315 — O dia em que ninguém lutou sozinho
O primeiro movimento não veio de Adrian.
Nem de Caio.
Veio de uma mulher.
Ainda ajoelhada no chão.
A mesma que segurava a foto.
As mãos tremiam.
Mas não soltavam.
— Ele existiu… — ela repetia.
— Ele existiu.
A voz falhava.
Mas persistia.
E naquele instante…
Algo respondeu.
A sombra mais próxima tentou avançar novamente.
Mas parou.
Como se tivesse encontrado algo sólido.
Não físico.
Algo mais profundo.
Ao redor…
Outras pessoas começaram a percebe