O quarto de Aoife ficou silencioso depois que o choro finalmente cessou, embora a tempestade continuasse do lado de fora, espalhando rajadas de vento contra as janelas e fazendo os galhos das árvores roçarem o vidro com um som baixo e insistente. Eu permanecia sentada na cama, com a menina acomodada contra meu peito e os braços pequenos ainda apertados ao redor da minha cintura, como se adormecer não fosse suficiente para convencê-la de que eu continuaria ali quando abrisse os olhos novamente.