Dois dias depois do encontro no escritório, eu ainda estava tentando convencer a mim mesmo de que tinha coisas mais importantes para ocupar a cabeça.
E, tecnicamente, tinha.
A colheita não esperava crises existenciais.
Os contratos não assinavam sozinhos.
Os caminhões continuavam entrando e saindo da propriedade todos os dias.
E os números continuavam exigindo atenção.
Naquela manhã, por exemplo, passei mais de três horas em reuniões.
Primeiro com a equipe da fazenda.
Depois com