O céu ainda estava escuro quando voltamos pro casarão.
A fazenda começava a acordar devagar, aquele silêncio típico do começo da manhã sendo quebrado aos poucos pelo barulho distante de funcionário atravessando o pátio, motor de caminhonete ligando perto dos galpões e pássaros demais fazendo questão de anunciar o nascer do sol inteiro.
Eu segurava a caneca de café que o Victor insistiu em fazer antes da gente sair do chalé enquanto caminhávamos lado a lado pela varanda lateral.
Meu corpo