SOFIA BELLANDI
Acordei com outra onda de náusea.
Não tive tempo de ir ao banheiro. Inclinei-me sobre a pequena lixeira ao lado da cama e esperei meu corpo terminar de rejeitar a água que havia conseguido beber durante a madrugada.
A funcionária do chalé apareceu logo depois, trazendo uma toalha úmida e prendendo meus cabelos enquanto eu tentava recuperar o fôlego.
— Vou chamar a enfermeira — avisou.
— Não precisa.
— A senhorita não conseguiu comer desde que chegou.
Eu sabia que ela tinha razão.