O sábado amanheceu com um sol preguiçoso, filtrado por nuvens brancas. Era o tipo de dia em que o mundo parecia em paz — e, curiosamente, eu também. Desde cedo, pensei se ele realmente viria.
Jano era um homem de compromissos, de horários marcados, de compromissos milimetralmente planejados. Mas, às dez em ponto, o interfone anunciou sua presença.
Desci com uma sensação estranha — uma mistura de nervosismo e curiosidade. Quando a porta do prédio se abriu, ele estava lá: ca