Narradora.
— Por favor… tente mais uma vez. — A voz de Emma saiu fraca, trêmula, quase implorando, enquanto o porteiro do edifício forçava mais uma vez a fechadura da porta de Thomas.
Seu coração batia com tanta força que mal conseguia ouvir o som metálico da ferramenta contra a tranca. Desde que escutara o áudio enviado por Victorio, seus nervos estavam em frangalhos. As palavras de Thomas, arrastadas pela embriaguez e pela dor, ecoavam em sua mente como marteladas. Ele falava com uma tristez