Emma
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Olho para o relógio: 00h10. Ninguém deveria estar à minha porta a essa hora. Meu coração acelera, mas não de medo - há uma intuição inquietante no fundo da minha mente, algo que me diz que eu, bem, eu já sei quem está do outro lado. Caminho até a janela e, ao espiar, confirmo o que já imaginava. O carro de Thomas ainda está ali, estacionado, imerso na escuridão da noite.
A campainha soa novamente, insistente. Respiro fundo. Poderia ignorá-lo, fingir que estou dormindo. Mas parte d