Íris, com o rosto ainda vermelho de vergonha, rapidamente recuou.
- Peço desculpas, peço desculpas! – Disse Íris, enquanto ergueu as mãos em sinal de rendição.
Ângelo estava calmo, nem frio nem calor, dizendo:
- Não importa, afinal de contas, agora sou seu prisioneiro.
- O quê... – Exclamou Íris.
Que situação embaraçosa! Ela nunca se sentiu tão envergonhada na vida.
Naquele momento, tudo o que Íris queria era cavar um buraco e se enterrar para sempre, sem nunca mais sair!
Ela não percebeu que o