Após deixar o café, Íris dirigiu sem destino pela cidade, perdida em pensamentos.
Embora Kauan fosse louco e suas palavras pouco confiáveis, elas haviam afetado seu ânimo de alguma forma.
Íris estava cada vez mais curiosa sobre a morte de Álvaro, ocorrida há quatro anos. Teria sido um acidente ou um ato intencional?
E, se intencional, quem estaria por trás disso? Ângelo era a vítima ou o perpetrador?
Parecia que ela precisava encontrar uma maneira de acessar o sistema de arquivos da delegacia