- Ângelo, podemos conversar? Por que você sempre me abraça sem cerimônias? Não somos tão íntimos, me solte! – Disse Íris, se debatendo nos braços dele.
Com suas habilidades, ela tinha uma posição respeitável no submundo, mas sempre se sentia como um gato pequeno sendo segurado por ele. Isso foi constrangedor!
- Fique quieta, você está ferida. – Repreendeu Ângelo, com uma expressão fria, já levando ela para o banheiro.
A mulher em seus braços era leve como uma pena, sempre provocando nele um de