- Isso mesmo! - Íris aproveitou a deixa. - Minhas amigas gostam de fingir e nos chamamos de mamãe entre nós.
- Que tipo de amigas esquisitas... Todas estranhas como você!
Embora Francine achasse estranho, ela não se aprofundou no assunto, porque não era o objetivo de sua visita a Íris.
Ela colocou delicadamente o lírio desabrochado que trazia em seus braços na cabeceira da cama e puxou uma cadeira para se sentar, com uma postura natural que não demonstrava se considerar uma estranha.
- Vamos lá,