Mal se podia perceber que quem lhe fazia a respiração boca a boca não era Íris, como ele imaginava, mas sim um salva-vidas robusto, com o rosto bronzeado pelo sol.
- Que irritante!
Ângelo saltou do chão num pulo e empurrou o salva-vidas a três metros de distância.
Ao ver isso, Íris irradiou felicidade:
- Que bom, Ângelo, você está vivo, que bom!
- Íris, você fez isso de propósito, não é? - Ângelo estava visivelmente descontente, continuamente limpando a boca com o dorso da mão.
Que vergonha, sua