PONTO DE VISTA: VALENTINA
O asfalto sob meus pés estava gelado, a umidade da madrugada ainda subindo em uma névoa fina, mas o calor da raiva e do desespero que queimava no meu peito era o suficiente para me incendiar por inteira. Cada passo que eu dava em direção a casa pesava como se eu estivesse carregando blocos de concreto. Eu sabia, no fundo da minha alma, que precisava encontrar outra solução. Sabia que aceitar qualquer coisa vinda de Damian Valmont era como assinar um pacto com o própr