Eles chegaram à última caixa que estava mesmo no fundo do cofre, a um canto, como que alguém a tivesse colocado ali para ser mesmo a última a ser vista.
Era a mais pequena.
A única sem identificação.
Foi Pedro quem a abriu, lentamente. E ele percebeu imediatamente o que era.
Eram cartas.
Centenas delas.
Correspondências, entre Josué e alguém.
Marina pegou a primeira, respirou fundo, e, leu o nome. E sentiu o coração a apertar fortemente.
A carta era para Álvaro. Eram cartas entre os dois irmão