- Marina – diz Kostas e ela abanou lentamente a cabeça
- Eu não consigo viver escondida sabendo que eles continuam a destruir pessoas inocentes – diz ela e depois eles ficam em silêncio
- Então deixa-me lutar contido – diz ele e o olhar dela vacilou, porque aquela era exatamente a frase que mais a destruía, porque parte dela queria aceitar, mas a outra parte já pertencia à guerra
No centro da cidade, Álvaro observava as imagens no ecrã em silêncio. Eram fotografias de Marina, entrando e saindo