Marina estava imóvel no meio do quarto com a carta nas mãos que tremiam sem parar. O nome que estava escrito no final da carta parecia impossível, irreal, mas estava ali, claro como a água, inconfundível.
Célia, a sua melhor amiga, era sua irmã.
O coração dela disparou violentamente.
- Não pode ser – diz marina e voltou a ler, depois outra vez, como se as palavras pudessem mudar, mas não mudavam, era o nome de Célia que estava ali escrito.
A amiga, a melhor amiga que esteve ao seu lado durante