A porta do escritório se fechou atrás de Cristiano com um som seco, controlado, mas carregado de uma tensão que não precisava ser elevada para ser percebida. Ele não acelerou o passo ao sair, não respondeu aos olhares discretos no corredor, não alterou a expressão nem por um segundo, mantendo exatamente a mesma postura que sempre sustentou diante de qualquer cenário: firme, inabalável, absolutamente no controle. Para qualquer pessoa que o observasse, nada havia mudado. Mas havia.
E aquilo era o