Há um prazer peculiar no controle absoluto. Não falo da ilusão de poder que os homens fracos sentem quando mandam em funcionários ou levantam a voz para uma mulher. Falo do verdadeiro domínio: o tipo que molda vontades, quebra resistências e reconstrói pessoas de acordo com os meus caprichos.
Não sou como os outros. Jamais fui. Desde jovem, percebi que não sentia culpa como os demais. Quando empurrei meu primo da escada por não querer dividir um brinquedo, eu não chorei nem temi punição. Observ