Capítulo 38

CAÇADOR

Abro os olhos e encontro o quarto de hospital.

A primeira coisa que me vem ao pensamento é a flor branca, em seguida as maçãs. Nas minhas lembranças ela não comeu, mas e se eu tiver esquecido algo?

Nesse momento Felipe abre a porta e me pega descendo da cama.

— Deita ai, seu maluco! Não pode sair da cama.

— Onde ela está? Cadê ela? — pergunto, já de pé, e meio tonto.

— Florian? — ele me olha com dúvida.

— Não me chama da porra desse nome. Cadê a Branca? Ele comeu a porra da maçã?

— Não,
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