Na manhã seguinte, o sol filtrava-se suavemente pelas cortinas da casa de Emma, trazendo uma luz cálida e silenciosa que não combinava com a sensação de despedida que pairava no ar.
Os pais de Emma estavam no saguão, com as malas prontas, os olhos ternos e cheios de amor. A mãe ajeitava a gola do casaco do marido enquanto o pai observava a filha com o típico olhar protetor.
— Temos que voltar, filha... — disse a mãe, num tom doce, porém resignado. — Sinto muito que tenha que ser tão cedo.