Eu ri enquanto a olhava. Não levou muito para ela amolecer e ficar mais suave. Eu sorri ao perceber que uma ideia brilhante surgiu na minha cabeça. — Me dê um centavo e eu te conto.
No começo, ela apenas me encarou, provavelmente esperando que eu explodisse em risadas e anunciasse que estava brincando. — Um centavo!
— Sim, um centavo. Vamos lá, entregue.
Ela me avaliou com os olhos. Então, revirou os olhos, tirou cem dólares e os bateu na minha palma aberta. — Pegue, não precisa dar troco. —