— Por que não vendemos a empresa para eles? Vamos vendê-la enquanto ainda podemos. Eu realmente não quero acabar sem nada. — Sua voz começou a tremer quando ela falou. — Desculpe, mas tenho muito medo de voltar a ser pobre. Nem quero imaginar enfrentar aqueles tempos difíceis de novo. Eu não posso… — Acrescentou, balançando a cabeça em desespero, enquanto sua mão se apertava com força no meu vestido. — Não posso voltar àqueles dias.
Ela voltou a chorar, e eu a consolei:
— Não tenha medo, estou a