Eu me agarrava ao banco enquanto insistia discretamente na ligação, mas não havia sinal.
O que estava acontecendo?
— Qual é o seu nome?
Perguntei ao motorista, que seguia atento ao trânsito enquanto, de vez em quando, me observava pelo retrovisor.
— Você não precisa saber meu nome.
Meu estômago apertou ainda mais.
— Para onde está me levando? Esse não é o caminho da mansão. Me leve de volta.
Ele não respondeu.
A cada minuto o trânsito ficava menos movimentado. As ruas mais vazias e mais estreit